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Volkswagen T-Cross: O que esperar deste SUV compacto?

O Volkswagen T-Cross é uma das principais apostas da VW em um dos mercados mais concorrentes da indústria brasileira. O pequeno SUV foi adotado em substituição a um compacto que teria sua origem derivada do compacto Up!. O projeto baseado no menor carro da linha VW mostrou-se muito pequeno para competir no mercado nacional.

Com a data exata ainda não confirmada, mas estimativa para o início de 2018,  o T-Cross gera bastante expectativa. Saiba tudo sobre o modelo, e o que pode-se esperar do lançamento:

Volkswagen T-Cross
Volkswagen T-Cross Breeze

Inspiração no conceito: mais T-Cross, menos Breeze

O T-Cross não é exatamente um novidade, no que diz respeito aos conceitos da marca alemã. O modelo será inspirado no conceito T-Cross Breeze, já apresentado anteriormente para o mercado. Há, no entanto, uma série de características singulares do modelo.

Em primeiro lugar, diferentemente do que foi apresentado no Breeze, este SUV compacto não será conversível, diferentemente do conceito apresentado inicialmente. Isso o torna mais conservador, considerando que seus principais destaques visuais diziam respeito à ideia de um conversível nesta categoria.

O modelo será montado sobre a plataforma MQB, a global versátil da montadora. Mais especificamente, será a característica da MQB0.

Substitui o projeto Taigun

Um dos atestados de que o T-Cross chega com bastante confiança ao mercado, é sua adoção para substituir o Taigun. O Taigun era o projeto da VW para dar o primeiro passo no mercados de SUVs.

Volkswagen T-Cross
Volkswagen T-Cross

Montado sobre a plataforma do UP!, a ideia é de que fosse um SUV compacto para fazer frente ao líder da época, a EcoSport. Ainda naquele período, os testes demonstraram que ele era muito pequeno, sendo necessário encontrar uma alternativa. A solução encontrada foi o T-Cross, ainda compacto, mas montado sobre estrutura mais confortável e prática.

Visual conservador, mas atual

Sem o diferencial de ser um modelo conversível, seu visual torna-se bastante conservador. Ele adota linhas típicas da frota atual da VW (lembrando levemente uma versão recatada do Jetta). Ao mesmo tempo, mescla características que parecem herdadas do conceito T-Roc. Este, maior e mais agressivo, é inspirado nas linhas do Golf.

Economia de combustível reforça uso urbano

Quando os primeiros rumores do lançamento do T-Cross começaram a confirmar-se na mídia nacional, cogitava-se a adoção de versões 1.4 ou 1.6 para movimentar o modelo. No entanto, as informações mais recentes levam o modelo para uma utilização muito mais urbana, focada em competitividade de mercado.

Volkswagen T-Cross Breeze
Volkswagen T-Cross Breeze

Fala-se na adoção do três cilindros 1.0 da VW, igual ao já utilizado no Up!. Acredita-se que, com a adição de potência de um turbocompressor, o motor seja capaz de desenvolver cerca de 110 cavalos, com etanol.

O câmbio adotado deve ser o DSG de sete velocidades, de dupla embreagem. Ao que tudo indica, o esforço da VW é chegar com preço baixo, tentando mudar recuperar-se dos escândalos de adulteração do nível de poluição, ao oferecer veículos mais econômicos.

Aposta em tecnologia interna

Volkswagen T-Cross Breeze - Interior e painel
Volkswagen T-Cross Breeze – Interior e painel

Uma novidade, ainda não totalmente confirmada, para o T-Cross é a adotação do sistema multimídia já apresentado no conceito e-Golf. Trata-se da aposentadoria dos botões de comando, sendo substituídos por gestos do usuário, reconhecidos pelo painel.

Possível produção brasileira

Ao que tudo indica, há chances de que o T-Cross chegue ao Brasil não apenas para ser vendido, mas para ser produzido. Ele é o menor dos 7 modelos SUV que a VW já declarou querer implementar até o ano de 2020.

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