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Ford Fiesta 2018: Sexta geração chegará à Europa

Segundo especulações, o Fiesta 2018 deve ser responsável por estrear a sexta geração do modelo na Europa. Por lá, a versão atual roda desde 2008, enquanto no Brasil o estilo só foi adotado em 2013. Isso faz com que o modelo – que está longe de ser defasado – precise de algumas atualizações para manter a competitividade.

O modelo já foi visto, na versão hatch, circulando com camuflagens. Como é de se esperar, a mula gerou várias especulações no mercado de lá. Em especial, a respeito de suas mudanças visuais – um dos pontos mais fortes do Fiesta.

Se a sexta geração deve ser lançada no Fiesta 2018, por lá, sua chegada deve demorar um pouco mais, por aqui. As apostas mais seguras são de que o modelo chegará durante o ano de 2018, já como linha de 2019 – atraso muito menor do que os cincos anos no lançamento da geração atual.

Veja o que esperar do Ford Fiesta 2018 europeu, sexta geração do modelo que deve chegar logo depois no Brasil:

Design dá tom mais robusto, mas mantém apelo agressivo

Possivelmente o estilo seja o ponto mais forte do Fiesta atual. Agressivo e bem equilibrado, o modelo é visualmente muito interessante, o que o fez ser bem recebido no mercado. A sexta geração não deve gerar tantas mudanças a ponto de gerar uma nova identidade.

É provável, no entanto, que o modelo ganhe algumas características visuais de robustez para complementarem a agressividade. O modelo também parece mais espaçoso, e lanternas traseiras que tomam parte da lateral auxiliam a passar essa impressão. A combinação robustez-agressividade segue algumas demandas do mercado, e segue o desafio de não prejudicar o bom apelo que o design atual já oferece.

Motorização recentemente renovada deve ser mantida

Entre as marcas que mais vendem no Brasil, a Ford provavelmente é a mais globalizada de todas em relação aos seus modelos. Parte disso aplica-se também à motorização, com algumas restrições. A sexta geração do modelo é o chamada de Projeto B500, que já teve suas motorizações especuladas algumas vezes no mercado.

Fala-se principalmente em um motor 1.5 Dragon, muito semelhante ao motor que a planta de Taubaté já pretende implementar na EcoSport de 2017. A grande questão é que um motor 1.5 de ótima qualidade já era utilizado no Fiesta até 2016, quando a marca optou pela descontinuação para aumentar as diferença entre Fiesta e Ka, mantendo o 1.6.

Por isso, se o novo motor for adotado, ele não deve andar em conjunto ao 1.6 como fazia há pouco tempo. Na prática, o novo propulsor deve efetivamente aposentar o 1.6 ao utilizar tecnologia mais recente. A ideia é oferecer performance semelhante a um nível de consumo muito mais eficiente. Isso deve obedecer os padrões exigidos dos novos modelos, além de manter a tradição recente do modelo como um dos mais econômicos de sua categoria.

Novas versões marcam chegada do modelo

Outra novidade da geração deve ser a variedade de categorias. Em relação ao modelo atual, o Fiesta 2018 mantém apenas uma nomenclatura. Em vez de S, SE e Titanium, a sexta geração passa a contar com Titanium, Vignale, ST e Active Crossover (o que denuncia parte da motivação de visual mais robusto).

As versões mais avançadas já devem contar com o generoso pacote multimídia Sync 3, com tela de oito polegadas e comandos por voz. Muito mais eficiente na integração, a central pode fazer download de aplicações diretamente no sistema. Além disso, o opcional de som em alta definição deve chegar diretamente da Europa com a sexta geração. Isso permite a aproximação das versões mais completas a uma categoria mais exclusiva – aproximando-se do Focus em suas versões mais básicas.

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