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Yamaha NMax 2017: Segura, tecnológica e potente

A nova scooter da Yamaha, o NMax 2017, é cada vez melhor recebido pelo mercado. Segura, tecnológica, potente em comparação à concorrência e visualmente bem recebido, o modelo é uma aposta acertada da montadora japonesa no mercado nacional.

Embora o segmento ainda seja tímido no mercado, diversas apostas em um mercado mais “scooterizado” já são realizadas. Comercialmente falando, o Yamaha NMax 2017 pode ser uma forma de demarcar o território em potencial aquecimento.

Saiba mais sobre o Yamaha NMax 2017, e o que esperar do novo modelo japonês no mercado nacional:

Aposta no crescimento do mercado de Scooters

O principal indicativo das expectativas do mercado no segmento das scooters está em um dos maiores ícones do modelo. As Scooters Vespa retomam, neste ano, suas atividades no Brasil. Não apenas indicam um aquecimento possível do segmento, mas apostam em um valor elevado das scooters – muito além do que se poderia imaginar no tempo de ouro da Honda Biz.

Não é a aposta feita pelo Yamaha NMax 2017. O modelo busca oferecer uma proposta mais popular. Atualmente, as scooters representam menos de 5% do total do mercado motorizado sobre duas rodas, e a NMax pode ser considerada a mais sólida das soluções de entrada. O aumento da busca por uma solução urbana – muitas vezes até mesmo secundária – é a estratégia aparente da Yamaha.

Uma Scooter de estilo

Visualmente, a Yamaha NMax 2017 parece acertar no estilo. Não há nada no modelo que não deixe claro tratar-se de um veículo puramente urbano. Linhas arrojadas dão a impressão de robustez que pode passar certa segurança até mesmo para pilotos menos experientes, além de um toque de modernidade que atende bem ao segmento.

O problema, para os mais minimalistas, pode ser o excesso de plástico. Embora bem acabado, o modelo conta com uma enorme moldura plástica em quase todas as suas peças. Dependendo do estilo pessoal de alguém, o modelo pode parecer um pouco mais carregado do que aquilo que realmente oferece.

Mecânica robusta

Mecanicamente, o Yamaha NMax 2017 reúne os requisitos necessários para tornar-se uma excelente opção urbana. Seu motor encontra-se em um bom equilíbrio para oferecer performance adequada na cidade e bom desempenho com o combustível.

Vendido como um 160 cilindradas, pouco mais de 155 são oficialmente mensurados no bloco. A potência pode chegar a pouco mais de 10,5 cavalos, e o combustível é unicamente a gasolina. Com um tanque de volume pouco acima dos seis litros e meio, este pode ser o aspecto mais fraco em relação à concorrência.

A concentração de peças plásticas na carcaça não tornam a scooter mecanicamente pesado. São, no total, 127 quilos, o que gera uma relação potência-peso superior a diversos outros modelos de entrada que não fazem parte do segmento.

Tecnologia concentrada para a categoria

Quando pensamos em scooters, as primeiras ideias costumam estar diretamente associadas à simplicidade. Em geral, trata-se de um modelo quase romântico de transporte sobre duas rodas, e a adição tecnológica raramente está em pauta.

Não é este o posicionamento da Yamaha para fazer frente a um mercado anteriormente monopolizado pela concorrência. Com faróis LED de fábrica, painel totalmente digital e – sobretudo – freios ABS nas duas rodas, claramente há um esforço tecnológico significativo para garantir diferenciais ao modelo.

Especialmente curiosa é a presença de ABS. A Yamaha é, há algum tempo, questionada pela ausência da característica em alguns de seus modelos um pouco maiores. Isso demonstra a intensidade da expectativa da montadora japonesa no segmento.

Aposta em custo de manutenção reduzido

Se a palavra de ordem de uma scooter é a praticidade, a Yamaha definitivamente não esqueceu da questão da manutenção. Com revisões de preço fixo e custo de seguro amplamente divulgado, o proprietário pode ter maior controle de quanto gastará para manter o modelo devidamente protegido em sua rotina.

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