Início » Carros » Mitsubishi Eclipse Cross 2017: novo SUV com jeito de cupê

Mitsubishi Eclipse Cross 2017: novo SUV com jeito de cupê

O nome Eclipse nem sempre foi associado à ideia de um utilitário. Do antigo cupê para o Mitsubishi Eclipse Cross 2017, há um enorme caminho andado. O modelo chega ao mercado global da Mitsubishi para fica logo abaixo do Outlander, preenchendo o espaço entre ele e o ASX.

O modelo foi mostrado pela primeira vez no Salão de Genebra. Por lá, uma curiosa sensação mista de familiaridade e novidade tomou conta do público. Por um lado, o Mitsubishi Eclipse Cross 2017 é absolutamente novo, um SUV com ar cupê e boa esportividade. Por outro, essas qualidades parecem ser inspiradas em um velho conhecido homônimo.

Saiba o que esperar do modelo que ainda não possui data para chegar a terras brasileiras:

Nome deixa estilo claro

Como já mencionado, o Mitsubishi Eclipse Cross 2017 oferece algo de novo e algo de nostálgico. Embora, no Brasil, o nome Eclipse fique restrito aos anos noventa como um cupê caro e exagerado, o nome é muito mais famoso em outros mercados, especialmente nos EUA e em parte da Ásia.

A escolha do nome não é uma homenagem puramente formal. A ideia é clara: dar ao novo SUV alguns toques de esportividade que o antigo Eclipse, que deixou de fazer parte da linha Mitsubishi em 2012, buscava oferecer. O modelo não é completamente original em seu visual, embora ofereça alguns aspectos interessantes.

A linha de LED entre a janela traseira e a tampa, por exemplo, pode ser encontrada em parte da concorrência. A inspiração cupê nesta faixa de preço, no entanto, parece razoavelmente renovada, em especial quando atrelada a um modelo iconicamente mais agressivo.

Interior chama a atenção

Se seu visual externo é algo novo e interessante, por dentro não há decepções. Na prática, o Mitsubishi Eclipse Cross 2017 conta com um interessante visual desde a organização dos itens e equipamentos, até seu acabamento.

Mitsubishi Eclipse Cross 2017 interior

Os comandos vastos e o touch pad de organização da central multimídia ocupando lugar de destaque são tipicamente japoneses, e apresentam uma excelente organização. Outro aspecto positivo é a projeção de um display diretamente no para-brisas, permitindo que o motorista acesse informações pertinentes sem desviar seu olhar da estrada.

No que diz respeito ao acabamento, o couro não é poupado. Ao menos no modelo já revelado, bancos e apoios laterais contam com o material de forma generosa. Nos bancos, os apoios laterais são mais salientes, o que dá uma impressão de proximidade com um banco de concha esportiva. Trata-se de mais uma referência do Mitsubishi Eclipse Cross 2017 às pistas e à esportividade.

Mecânica interessante

No aspecto mecânico, nada que seja verdadeiramente impressionante. Isso não significa, no entanto, que o que há sob o capô seja uma decepção. São opções bastante racionais, de escolha facilmente compreensíveis.

Mitsubishi Eclipse Cross 2017

A primeira opção, a gasolina, é um 1.5 turbo. Para os mais gananciosos, a opção é um 2.2 diesel. No bloco menor, há um CVT de oito velocidades, que simulam um modo esportivo bastante interessante. Já no motor diesel, o sistema passa para uma caixa automática propriamente dita, combinada com a tração integral que garante mais condições para o motor.

A potência ainda não foi anunciada para o modelo, em nenhuma das opções, e mais opções devem ser reveladas em breve, com adaptações para cada mercado onde estiver presente.

Ainda sem informações sobre a chegada no mercado brasileiro

A ideia anunciada pela Mitsubishi é que o modelo chegue no mercado Europeu ainda este ano, a partir dos segundo semestre. Não há confirmações a respeito da chegada em outros mercados, no entanto.

Mitsubishi Eclipse Cross 2017 traseira

Não há confirmações para a chegada no Brasil. Não é difícil imaginar, no entanto, que trazer uma SUV para cá está longe de ser uma ideia rejeitável. Resta saber a data e as possíveis adaptações do modelo para o país.

Carros 2018: Confira os principais lançamentos

Acompanhe nossas atualizações

Recurso de multas