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Honda PCX 2017: Análise, desempenho e autonomia

A Honda PCX é, há alguns anos, a scooter mais vendida do país. Não à toa: a Honda sabe manter o modelo adequado para o mercado, com bons valores e competitividade de desempenho.

Recentemente atualizado, o modelo atual é a versão mais recente. Por isso, não há motivos para esperar grandes mudanças para 2017. Isso não quer dizer, no entanto, que ela esteja desatualizada ou pouco competitiva. Pela contrário: a Honda PCX possui todas as ferramentas para manter a liderança.

Saiba tudo sobre o modelo, e conheça as principais características desta scooter bem sucedida:

Um pouco mais moderna, um pouco mais cara

Faróis de LED adotados, entrada USB, amortecedores mais resistentes e face-lift realizado. É de se esperar, é claro, um leve aumento no preço. O aumento em relação à versão anterior foi de cerca de 10%. Para sermos justos, o valor não é nenhum absurdo, considerando outros modelos do mercado, e o quão moderna a moto ficou.

Anteriormente, a moto não parecia atrasada, de fato. Prova disso era seu ótimo desempenho em vendas. No entanto, com a atualização, ficou claro o interesse da Honda em manter a scooter no primeiro lugar absoluto. Os pequenos incômodos anteriores da Honda PCX parecem ter sido resolvidos, e o visual ganha fôlego para mais temporadas, sem permitir que a concorrência assuste.

Maior autonomia

Um dos principais ganhos da Honda PCX é o novo tanque de combustível. De menos de 6 litros de volume disponível, o modelo foi para 8 litros. Um aumento superior a um terço, em relação ao tanque anterior. Em um modelo econômico como a PCX, isso significa muito mais comodidade para o piloto, gerando menos paradas.

Honda PCX 2017

Em especial em contextos urbanos, parar menos em postos com uma scooter é mais do que comodidade: é uma questão direta de segurança. A preocupação com o consumidor é algo interessante sobre o atendimento da Honda em seus modelos de entrada, e parece algo que a montadora japonesa busca manter.

Manutenção do sistema Start-Stop

Outro ponto positivo, já conhecido, da Honda PCX é seu sistema start-stop. Quando a moto está em inércia (em um semáforo, por exemplo), ele entra em um estado de desligamento. Quando o piloto acelera a moto, os motores são religados automaticamente, sem que isso afete a qualidade da condução.

Motor menor, bom desempenho

Das 152,9 cilindradas disponíveis nos modelos anteriores, a Honda PCX apresenta 149,3 cilindradas. O resultado prático disso é pouco, especialmente com a nova atenção da Honda sobre o desempenho do modelo.

Segundo análises da mídia especializada, seu desempenho não piorou. Na prática, a aceleração a baixas rotações apresenta melhor desempenho. Para uma moto de uso essencialmente urbano, isso é certamente suficiente.

Produção totalmente nacional

A mais vendida entre as scooters brasileiras segue sua produção nacional. A fabricação ocorre em Manaus, garantindo que a Honda PCX não sofra com variações de preço exagerado em um momento delicado para o dólar no país.

A segurança da estratégia não é nenhuma novidade para a Honda, aliás. A montadora japonesa sempre soube adequar-se ao mercado nacional, especialmente em modelos populares. Com fôlego renovado, mais econômica e com desempenho razoável para sua faixa de preço, a Honda PCX parece pronta para manter-se na liderança.

Honda PCX 2017: Preço e versões

  • Standard: A partir de R$ 10.300
  • DLX: A partir de R$ 10.800
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