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Ford Ranger 2018: Versão dos EUA pode anunciar futuro do modelo brasileiro

A Ford Ranger 2018 deve marcar a volta do modelo ao mercado dos EUA, após alguns anos de ausência. Com o fraco desempenho frente a modelos como a Colorado, da Chevrolet, a Ranger foi retirada do mercado – mas, aparentemente, a Ford percebeu que não se tratava da melhor das estratégias.

O que isso significa para o mercado brasileiro é que o lançamento da Ranger 2018 por lá pode adiantar o que o modelo brasileiro pode esperar em breve. Na prática, não se sabe se a versão dos EUA trará tendências para as próximas versões globais, ou se ela simplesmente adotará as características atuais, sem grandes diferenças.

Fato é que o segmento de picapes onde a Ranger concorre por lá apresenta um enorme potencial de desempenho. Isso faz com que o mercado receba muita atenção, favorecendo a implementação de certas tecnologias de forma mais acelerada.

Saiba o que esperar da Ranger 2018, e o que devemos encontrar por aqui:

Aspectos visuais seguem modelo global

A Ranger 2018, tanto nos EUA quanto aqui, seguirá as mesmas linhas atuais, que representam o mercado global do modelo. Isso significa a manutenção do visual imponente, com a grade reduzida e os faróis integrados. Conta, também, com o proeminente para-choque, responsável pela sensação de robustez que o modelo oferece.

Há quem determine que a versão dos EUA precisará de grades um pouco maiores para auxiliar a entrada de ar no enorme motor que deve equipar a picape. A mudança, no entanto, não diz respeito a outros mercados, considerando que o motor por lá será mais potente.

Interior requintado e possibilidade de SYNC 3

A respeito do interior da Ranger 2018, já se pode especular dentro do próprio mercado brasileiro, em conformidade com o resto do mundo. Como é típico no modelo, a Ranger contará com um boa gama de modelos, que tornam o acabamento interior significativamente diferente.

Os bancos podem ir do tecido ao couro, enquanto o acabamento pode incluir, até mesmo, versões com madeira e detalhes mais sofisticados. No que diz respeito à tecnologia, não é de se esperar diferente. Todas as versões devem contar com bom conjunto básico de itens, mas as mais sofisticadas devem ter grandes diferenciais.

Atualmente, o modelo conta com o sistema multimídia SYNC II, mas cogita-se a possibilidade de adoção da nova geração, mais avançada. Isso garantiria mais tecnologia e conectividade, melhorando a capacidade de integração da Ranger 2018.

Motorização deve trazer opções novas

Tudo indica que a Ranger 2018 deve manter o mesmo motor turbodiesel atual, em sua versão mais potente. Trata-se de um 3.2 litros de cinco cilindros, que já é capaz de produzir cerca de 200 cavalos para a Ranger por aqui. É possível que, com alguma atualização na configuração, o mesmo propulsor fique um pouco mais potente para o próximo ano.

Há, ainda, os motores 2.2 e 2.5 nas versões de entrada atuais, movidos a diesel e sistema flex, respectivamente. Ainda não é possível determinar qual será o futuro destas duas opções menos potentes, considerando o mercado atual. As maiores probabilidades, no entanto, são de que ambas sejam mantidas, ao menos até 2018.

No mercado dos EUA, cogita-se o mesmo 2.7 V6 da família EcoBoost que move o F-150, ou um 2.3 EcoBoost, utilizado pela Explorer. Os dois modelos entregam, respectivamente, 325 e 280 hp, mas não devem ser adotados por aqui em função de custo e demandas de mercado.

A transmissão deve ser mantida como a automática de seis velocidades, ou manual de cinco velocidade. Combinada a elas, opções de tração traseira ou integral formam o pacote, que pode variar dos R$ 102 mil a mais de R$ 180 mil.

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